Crédito Pessoal
Financiamento sem destino específico, para uma despesa conhecida e pontual.
Ver simuladorComparamos as propostas das instituições com quem temos contrato de vinculação, explicamos os números e dizemos quando não compensa pedir. O serviço de intermediação de crédito não tem custo para si, por imposição legal. Quem nos paga são as instituições, e apenas quando um processo é contratado.
Sem custo para si
Por lei, não podemos cobrar-lhe nada
Propostas lado a lado
Comparadas antes de assinar, não depois
Registo verificável
Confirme-nos no portal do Banco de Portugal
Dizemos quando não compensa
Mesmo quando isso significa não avançar

Em resumo
Crédito ao consumo é um financiamento para fins gerais (crédito pessoal) ou específicos (automóvel, obras, saúde, educação, energias renováveis). Distingue-se do crédito habitação por (1) não exigir garantia real sobre imóvel, (2) ter prazo geralmente até 10 anos, e (3) ter TAEG mais elevada. Em Portugal é regulado pelo Decreto-Lei nº 133/2009 e a TAEG máxima é fixada trimestralmente pelo Banco de Portugal.
Quando quer comparar propostas de várias instituições sem fazer dezenas de simulações, quando tem mais do que um crédito para consolidar, ou quando quer perceber o impacto real da prestação no seu orçamento. Para um crédito muito pequeno e de prazo curto pode não compensar passar por um intermediário. A Xfin diz-lhe quando esse é o seu caso.
A remuneração é paga pelas instituições com quem temos contrato de vinculação, sob a forma de comissão sobre os processos aprovados. O cliente final não paga nada. A comissão da Xfin não influencia a TAEG proposta ao cliente. Esta informação consta dos deveres de informação prévia, conforme exigido pelo Aviso 5/2024 do Banco de Portugal.
Sim. Em crédito ao consumo, o custo varia bastante consoante o canal por onde pede: cartão de crédito, crédito rápido, financeira de loja ou banco. Sobre o mesmo montante e o mesmo prazo, essa diferença pesa no total que vai pagar até ao fim. Comparar antes de assinar é o fator com mais impacto no custo final.
Sub-produtos
Cada situação tem uma solução adequada. Veja o que cobre cada produto.
Financiamento sem destino específico, para uma despesa conhecida e pontual.
Ver simuladorFinanciamento de viatura nova ou usada. Comparamos com a proposta do stand.
Ver simuladorJunte vários créditos num só. Baixe a prestação e alongue o prazo. Explicamos a troca antes de avançar.
Ver simuladorFinanciamos também obras, saúde, educação e energias renováveis. Fale connosco sobre a sua finalidade.
Honestidade primeiro
Não vendemos a qualquer custo. Há cinco situações em que dizemos ao cliente para parar:
Se a prestação somada a outras dívidas e custos fixos ultrapassa 35% do rendimento líquido, o orçamento fica sem margem para imprevistos. Não recomendamos avançar, mesmo que o banco aprove.
Comprar um telemóvel topo de gama ou roupa de marca com crédito é, na maioria dos casos, uma má decisão. Sugerimos esperar ou usar poupança.
Consolidar dívidas sem rever o orçamento volta a gerar dívida nova em 12 a 24 meses. Antes de consolidar, fazemos esse diagnóstico. Se não houver disciplina, dizemos.
Crédito para bolsa, cripto ou outros ativos especulativos é um risco que recomendamos não correr. A Xfin não acompanha estes pedidos.
Se está atualmente em incumprimento no Banco de Portugal, antes de novo crédito recomendamos resolver a situação existente (renegociação, PERSI, apoio social).
Educacional
Esqueça o resto. Estes três decidem o custo real do seu crédito.
| Sigla | O que é | Para que serve | Onde olhar |
|---|---|---|---|
| TAN | Taxa Anual Nominal | Taxa base aplicada ao capital. Sozinha não diz quanto vai pagar. | Em destaque pelo banco, mas é incompleta. |
| TAEG | Taxa Anual de Encargos Efetiva Global | Inclui TAN + comissões + impostos + seguros obrigatórios. Permite comparar. | Procure a TAEG em todas as propostas. Quanto mais baixa, melhor. |
| MTIC | Montante Total Imputado ao Consumidor | O valor total em euros que vai pagar ao longo do crédito. | Compare MTIC entre propostas. |
Regra prática: duas propostas com a mesma prestação podem ter MTIC muito diferentes. A prestação diz-lhe o que sai da conta este mês. O MTIC diz-lhe o total que vai pagar até ao fim. Compare pela TAEG e confirme sempre o MTIC.
O Banco de Portugal fixa trimestralmente as TAEG máximas para cada tipo de crédito ao consumo. Nenhuma instituição as pode ultrapassar. Pode consultá-las em bportugal.pt.
Processo
Dia 1
Ouvimos o que precisa e para quê. Percebemos se faz sentido avançar agora.
Dias 1 a 3
Enviamos o pedido às entidades adequadas ao seu perfil. Recebemos propostas formais.
Dia 5
Apresentamos lado a lado: TAEG, MTIC, prestação, prazo. Explicamos cada termo. A escolha é sua.
Dias 7 a 15
Assinatura e crédito disponível na sua conta.
"Tinha quatro créditos diferentes. Juntaram tudo num só e explicaram-me o que isso mudava no prazo. Voltei a respirar."
Caso individual. Não representa garantia de resultado para outros clientes.
"Compararam várias instituições e apresentaram-me a proposta com a TAEG explicada linha a linha."
Caso individual. Não representa garantia de resultado para outros clientes.
"Estava pronta a assinar no stand. Mostraram-me uma alternativa que eu não conhecia e explicaram-me a diferença."
Caso individual. Não representa garantia de resultado para outros clientes.
As instituições com quem temos contrato de vinculação estão identificadas na informação sobre o intermediário, no topo desta página.
Antes de avançar
A taxa de esforço total (todas as prestações + custos fixos) não deve ultrapassar 35% do rendimento líquido. O Banco de Portugal recomenda este limite para crédito habitação; aplicamos o mesmo princípio por segurança orçamental.
A prestação baixa não é critério suficiente. Um crédito pode ter prestação atractiva e MTIC altíssimo se for muito longo.
Mais prazo significa prestação mais baixa e mais juros no total. Antes de alongar o prazo, veja o efeito no MTIC.
Crédito aprovado em minutos costuma ter uma TAEG muito acima da média do mercado. Compare sempre antes de aceitar.
Perguntas frequentes
Xfin é uma marca registada de X Fin Consultoria Financeira, Lda. Os serviços de intermediação de crédito são prestados por Finanças de A a Z Lda, intermediário de crédito vinculado registado no Banco de Portugal com o n.º 0007376. Pode confirmar o registo no portal do Banco de Portugal.
Crédito ao consumo é um financiamento para fins gerais (crédito pessoal) ou específicos (auto, obras, saúde, educação, energias renováveis). Distingue-se do crédito habitação por não exigir garantia real sobre um imóvel, ter prazo geralmente até 10 anos e TAEG mais elevada. Em Portugal é regulado pelo Decreto-Lei nº 133/2009 e a TAEG máxima é fixada trimestralmente pelo Banco de Portugal.
O crédito pessoal serve para financiar um novo projeto ou despesa. O crédito consolidado junta dois ou mais créditos existentes num único contrato, com uma só prestação, geralmente mais baixa, e um prazo novo. A consolidação reduz a prestação mensal, mas pode aumentar o custo total se prolongar o prazo — avaliamos sempre as duas dimensões antes de recomendar.
Sim. A maioria dos créditos ao consumo em Portugal é aprovada sem fiador, com base no rendimento, taxa de esforço, estabilidade profissional e historial no Banco de Portugal. O fiador pode ser exigido em casos pontuais, normalmente para montantes mais elevados ou perfis com histórico irregular.
Em regra não. As instituições exigem rendimento estável e comprovável (recibos de vencimento, pensão ou atividade independente declarada). Em situação de desemprego, recomendamos não avançar com novo crédito até estabilizar a situação profissional, e considerar apoios sociais ou renegociação dos créditos existentes (PERSI).
Se está em incumprimento ativo no mapa de responsabilidades do Banco de Portugal, a aprovação é muito difícil. Antes de novo crédito, recomendamos resolver a situação existente — renegociação direta com o credor, adesão ao PERSI ou apoio social. A Xfin diz-lhe se faz sentido avançar ou parar.
A TAEG máxima é fixada trimestralmente pelo Banco de Portugal, por tipo de crédito (pessoal, automóvel, cartão, descoberto, etc.). Os valores são publicados em bportugal.pt. Qualquer proposta acima da TAEG máxima é ilegal e deve ser recusada.
A remuneração é paga pelas instituições com quem temos contrato de vinculação, sob a forma de comissão apenas sobre os processos aprovados e contratados. Por imposição legal, os intermediários de crédito não podem cobrar nada ao consumidor. Esta informação consta dos deveres de informação prévia, conforme exigido pelo Aviso 5/2024 do Banco de Portugal.
Trabalhamos com as instituições com quem temos contrato de vinculação, identificadas na informação sobre o intermediário no topo desta página. O pedido é dirigido às que melhor se adequam ao seu perfil e ao tipo de produto.
Em média entre 7 e 15 dias úteis: 1 dia para simulação, 1 a 3 dias para receber propostas formais, 1 a 2 dias para decisão e assinatura, e 2 a 5 dias para desembolso. Crédito automóvel e obras podem ter prazos ligeiramente superiores por exigências documentais.
A TAN (Taxa Anual Nominal) é a taxa base aplicada ao capital. A TAEG (Taxa Anual de Encargos Efetiva Global) inclui TAN + comissões + impostos + seguros obrigatórios — é o indicador comparável entre propostas. O MTIC (Montante Total Imputado ao Consumidor) é o valor total em euros que vai pagar ao longo do crédito.
Sim, pode liquidar parcial ou totalmente em qualquer altura. A lei portuguesa (DL 133/2009) limita a comissão de reembolso antecipado a 0,5% do capital reembolsado (0,25% se faltar menos de 1 ano para o final). Em créditos a taxa fixa, o limite é o mesmo. Para créditos abaixo de €75.000 não pode haver penalização adicional.
Quando tem 2 ou mais créditos ativos, a soma das prestações pesa no orçamento, e há margem para reduzir TAEG média ou alargar prazo de forma controlada. Vale a pena quando combinado com revisão de hábitos de despesa — caso contrário, a dívida tende a voltar em 12 a 24 meses.
Quando os créditos atuais estão quase no fim, quando a TAEG de consolidação não é significativamente inferior à média atual, ou quando não há disposição para rever hábitos de despesa. Nesses casos dizemos para não consolidar.
Depende, e só se sabe vendo as propostas lado a lado. O financiamento do stand está normalmente ligado a uma só financeira, o que limita a comparação. Comparando bancos e financeiras especializadas é comum encontrar condições diferentes para o mesmo perfil.
Documento de identificação, NIF, comprovativo de morada, últimos 3 recibos de vencimento (ou IRS e Modelo 22 para independentes), extrato bancário dos últimos 3 meses e mapa de responsabilidades do Banco de Portugal. Em crédito automóvel ou obras, acresce documentação específica do bem ou da obra.
Nada. Por imposição legal, os intermediários de crédito não podem cobrar ao consumidor. A remuneração é paga pelas instituições com quem temos contrato de vinculação, apenas em caso de contratação. Não há custo de simulação, de análise nem de acompanhamento.
Sim. Quando avaliamos que o pedido não tem probabilidade razoável de aprovação, ou quando recomendamos uma solução diferente (renegociação, apoio social, esperar), dizemos. Não submetemos pedidos que sabemos não vão ser aprovados — protege o seu histórico no mapa de responsabilidades.
Última atualização:
Sem custo. Sem guião de vendas. Sem obrigação de avançar.
Marcar uma conversaÚltima atualização desta página: